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Aniversário São Geraldo

A São Geraldo completa 34 anos de uma história que se mistura com a história de Brasília. Nascida com o espírito empreendedor que marcou o início da capital federal, a São Geraldo tem por princípio conciliar tradição e inovação para alcançar o melhor atendimento. Para tanto, buscou combinar a expertise alcançada ao longo de três décadas com uma visão de futuro pautada em pesquisa e no diálogo com especialistas na sua área, a de materiais de acabamento e complementos. Continue reading “Aniversário São Geraldo” »

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5º Prêmio Jovem Profissional São Geraldo

A São Geraldo acredita em jovens talentos. Tanto que, este ano, já celebra a 5a edição do Prêmio Jovem Profissional, destinado a incentivar e premiar jovens arquitetos e designers de interiores da cidade.

 O desafio proposto foi o projeto de um banheiro público, com planta de 30m2 e um plano que incluísse dois boxes masculinos e dois boxes femininos. Os projetos participantes foram avaliados por uma comissão julgadora, composta por sete especialistas, segundo os critérios de qualidade estético-formal, funcionalidade, inovação, além de características sociais e culturais. Por valorizar esses elementos e por acreditar que o mercado está aberto para receber o novo, a São Geraldo tem a satisfação de revelar os jovens profissionais que se destacaram com seus projetos únicos e marcantes.

Nesta edição, Patrícia Alba (@arquitetapatriciaalba) será destaque na coluna Casa Nossa do portal de notícias Metrópoles. Já Nathalya e Lucas (Studio ln) desenvolverão uma vitrine especialmente para a loja São Geraldo em 2018. Esse reconhecimento é muito importante para dar visibilidade ao trabalho desses novos profissionais e para revelar novidades e tendências ao público.

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Finalmente, Isabella Souza (@arq.isabella) conquistou um espaço na Casa Cor Brasília 2017, onde irá executar e expor o seu trabalho, que traz como tema o “foco no essencial”. Todo o material de acabamento e assentamento necessário para a produção do projeto vencedor será fornecido pela São Geraldo. Assim, o prêmio contribui trazendo um novo talento para compor o grupo de profissionais experientes que já expõe na Casa Cor.

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A São Geraldo tem orgulho dessa iniciativa e de poder fazer parte da descoberta de jovens talentos da cidade. Na busca por atrair, apoiar e divulgar o trabalho de profissionais inovadores, a loja está feliz em trazer novas ideias para o mercado. Já são 5 anos celebrando visões singulares, então que venham as próximas edições!

 

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São Geraldo celebra 10 anos com espaço próprio na Casa Cor Brasília

Espaço do Chef, a loja marca sua participação no Banho de Luxo e Banheiro Público

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No ano em que se comemora 30 anos de Casa Cor Brasil e 25 anos de Casa Cor Brasília, a São Geraldo marca a sua participação em grande estilo. É que são 10 anos com seu próprio espaço na maior mostra de decoração da região Centro-Oeste. E para celebrar, o Espaço do Chef São Geraldo estará localizado dentro de um loft de 432 m² chamado de “House Club Experience”, assinado por Denise Zuba.

 Trata-se de um espaço descolado com uma pegada industrial refinada, que alia conforto, tecnologia, praticidade, design, diversão e qualidade de vida. O “mood” cosmopolita integra a casa e o lazer, o íntimo e o social de um casal jovem que sempre festeja a vida.  O loft é composto por três áreas distintas: área íntima (suíte completa e escritório); área social-living (salas de jogos e varanda) e área gourmet (bar, sala de jantar e cozinha).

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A São Geraldo também está no ambiente Luxo de Banho , projeto assinado pela Simmetria Arquitetura. “Pensamos que a sala de banho deveria proporcionar uma sensação de relaxamento e bem-estar aos visitantes, fazê-los sentirem vontade de usufruir do espaço, como se pudessem dar uma breve pausa e por um momento imaginarem-se usando o ambiente”, explicam os arquitetos Laura Oliveira, Gustavo Assunção e Sergio Peres.

O projeto incorpora diversos elementos que seguem em alta, como revestimento em alto-relevo e o tom acobreado dos metais. “Fizemos pesquisas de casos correlatos e de repertório visual, que nos auxiliou muito nas escolhas dos materiais e na definição do layout”, comentam.

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Por fim, a sofisticação comedida, a afinidade com o contemporâneo inovador, a fuga do tradicional e o abandono do clássico, que fazem parte da personalidade de um jovem de 30 anos – idade celebrada pela marca Casa Cor – formaram o conceito despojado que inspirou o projeto do Banheiro Público.

 Buscou-se a definição de um espaço que celebrasse o novo, que representasse o conceito de renovação aplicado em um ambiente jovem e atual que atendesse ao público masculino e feminino com conforto para os portadores de necessidades especiais.

A São Geraldo está presente nesses três ambientes com todo o revestimento, acabamento, eletrodomésticos e utensílios para a casa.

Serviço:

Período: de 22 de setembro a 9 de novembro

Special Sale: 8 e 9 de novembro

Horário: de terça a sexta, das 15h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 22h Endereço: QI 9, lote D. Comércio local – Lago Sul. Antigo Inacor (Instituto Nacional do Coração)

Ingressos: R$ 46 (inteira), R$ 23 (meia para estudante e pessoas com 60 anos ou mais). Crianças até 11 anos não pagam.

Passaporte único: R$ 150

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Arquitetura e design em um único espaço



São Paulo abriga museu reconhecido nacional e internacionalmente pela sua vocação para essas duas áreas do conhecimento.

Por Diana Leiko

São Paulo, maior metrópole da América do Sul – é reconhecida por ser centro cultural e da vanguarda brasileira. Ela oferece atrações culturais como nenhuma cidade do Brasil e é nesse contexto que se encaixa o Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e primeiro museu do país especializado em arquitetura e design.

 Ao longo de mais de quatro décadas de existência, o museu tornou-se referência nacional e internacional nessas áreas por promover programas como o Prêmio Design MCB, concurso criado há 30 anos com o objetivo de incentivar a produção brasileira no segmento, e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a diversidade de morar do brasileiro.

 Gratuito aos domingos e feriados, o museu sempre oferece ao público exposições temporárias, que se extendem até o jardim.

História do Museu da Casa Brasileira - O MCB foi criado em 1970, como Museu do Mobiliário Artístico e Histórico Brasileiro, membro da rede de museus do Governo do Estado, vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. Em 1972, ganhou sua sede definitiva, uma mansão neoclássica construída entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo (1934-1938) Fábio da Silva Prado e sua esposa Renata Crespi Prado. O projeto arquitetônico, desenhado por Wladimir Alves de Souza, remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). Sua construção integra a expansão urbana da primeira metade do século 20 em São Paulo, quando a elite da cidade deixou o centro para viver nos subúrbios perto do rio Pinheiros.

O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em ponto de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, que não deixou herdeiros, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel para a Fundação Padre Anchieta. Por sua vez, a Fundação cedeu o prédio em comodato à Secretaria de Estado da Cultura. Para mais informações, acesse: http://www.mcb.org.br.

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O MCB é especializado em design e arquitetura. Fica em uma mansão da década de 40 e tem um jardim de mais de 6 mil metros quadrados. Do lado de dentro, expõe sua coleção permanente de exemplares do mobiliário dos séculos XVII ao XXI. Na agenda cultural, promove mostras temporárias, debates, palestras, cursos e oficinas ligados à área. A cada 15 dias, às quartas-feiras, o Museu da Casa Brasileira fica aberto para visitação noturna gratuita. Nessas datas, os interessados podem conferir o acervo da instituição e as exposições até as 21h.

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Poltrona Mole
1957, Curitiba, PR
Design: Sergio Rodrigues (1927)
Produção e doação: Lin Brasil, Curitiba, PR
Crédito: Gal Oppido

Considerada pelo crítico Clement Meadmore “um dos 30 melhores assentos do século 20”, a Poltrona Mole combina a robustez e o conforto, o convite ao relaxamento e o idioma moderno. Seu projeto atende a uma busca deliberada, por parte do designer, de linguagem efetivamente brasileira, qualidade que a levou a conquistar o primeiro lugar no Concurso Internacional do Móvel, em Cantù, Itália, em 1961.

 

 

 

Poltrona Dizmuseu-da-casa-brasileira-sao-paulo-saogeraldo-blog-poltrona-diz-sergio-rodrigues

2003, Curitiba, PR
Design: Sergio Rodrigues (1927)
Produção e doação: Lin Brasil
Crédito: Gal Oppido
Graças à sua dupla curvatura, esta poltrona consegue ser incrivelmente confortável sem possuir um único estofado, só madeira maciça nos braços e na estrutura, em peças unidas entre si por meio de cavilhas, e em compensado moldado no assento e encosto. Apesar das novas tecnologias e do design contemporâneo, ao observar o tratamento de curvas e retas da estrutura fica clara sua genealogia na poltrona Mole.

 

 

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Namoradeira Tapirapá

2002, Trancoso, BA
Design e doação: Hugo França (1954)
Crédito: Gal Oppido
Hugo França aprendeu com os índios Pataxó, no sul da Bahia, a usar o pequi (Caryocar brasiliense), aproveitando velhas árvores caídas na mata ou restos de canoas abandonadas. Ele esculpe cada móvel diretamente nas toras, criando peças únicas, nunca repetíveis, ou “móveis-escultura”, como esta namoradeira.

 

 

 

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Banco Bandeirante

Século 19
Doação: Alfredo Mesquita
Crédito: Gal Oppido
Entalhado em madeira maciça, este banco em X apresenta inteligente sistema estrutural sem qualquer emenda aparente, denotando leveza, flexibilidade e resistência. O nome vem de suas qualidades ideais para uso em viagens de longas distâncias, como faziam os bandeirantes.

 

 

 

 

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Cama patente

c. 1915, Araraquara, SP
Design e produção: Celso Martinez Carrera (1883-1955)
Crédito: Gal Oppido
Esta cama teve seu projeto patenteado por seu criador e fabricante, precursor da produção moveleira seriada no país. Com custo moderado, tornou-se acessível a amplas camadas da população, ganhando o mercado dos móveis feitos sob encomenda. Usa madeira caviúna roliça e estrado de malha metálica com molas tensionadas. O design mostra influências dos móveis Thonet, da Áustria.

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Exposição com obras inspiradas na arquitetura modernista

Jean-François Rauzier, especialista em hiperfotos, apresenta exposição com obras inspiradas na arquitetura modernista.

Por Diana Leiko
Fotos: Alan Santos

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O Museu Nacional da República recebe, até 5 de junho, a exposição Hiperfotos-Brasília. O renomado fotografo francês Jean François Rauzier, criador da técnica de hiperfotografias, apresenta ao público 30 imagens e um site específico produzido especialmente para esta exposição.

A mostra traz os mais recentes resultados da técnica autoral, desenvolvida desde 2002, e a ruptura com detalhes tão presentes em sua obra, que tem grande influência cubista, com o mosaico, o surrealismo, o barroco, além da escultura bidimensional. “Rauzier foi tomado pelo construtivismo de Brasília, seu minimalismo, o branco puro dos edifícios mal esquentados por uma luz dourada ímpar. Todos estes elementos característicos acabaram por levar o artista em outras direções”, analisa Marc Pottier, curador das exposições no Brasil.

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O método autoral difundido mundialmente mostra a capacidade do artista em maximizar as formas capitadas, readequando o processo de colagem e impressão entre o macro e o micro, o virtual e o real, além das perspectivas imagéticas. A abordagem permite uma mostra original, pautada na excepcionalidade das cidades e suas correlações com as paisagens e outros temas.

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“A obra de Jean-François sobre Brasília se torna totalmente cubista, ignorando qualquer floreio e jogando com as massas como ele nunca havia feito antes. A estética é privilegiada em detrimento da segurança, como é o caso da famosa escada helicoidal do Palácio do Itamaraty”, complementa Pottier.

Ainda de acordo com ele, o trabalho se tornou, então, verdadeiramente arquitetônico. Mas com pequenos toques o artista buscou reencontrar seu universo onírico ao introduzir, como sombras, certos detalhes das obras penduradas nas paredes dos palácios governamentais que ele pôde visitar.

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“O fotógrafo foi também surpreendido pela onipresença de uma natureza perfeitamente domada, que oferece uma situação insólita em uma cidade de esplanadas e eixos viários onde é difícil caminhar. Ele constatou que os principais pedestres são frequentemente os jardineiros, guardiões dos locais, conservando os desenhos de Burle-Marx. Eles, inclusive, estão presentes nesta exposição em um grande afresco mural”, finaliza.